Alterar dados e usar aferições parciais parece ter virado rotina na redação jornalística das mídias sarneyzistas. A bola da vez é a questão do desemprego no Maranhão. Segundo asseclas do clã, o IBGE atestou que, no quarto trimestre de 2017, o número de empregos diminuiu no estado.

Só que eles esqueceram que o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, divulgou, no final de janeiro, o balanço positivo do Maranhão, que hoje anda na contramão da crise brasileira. Dados disponibilizados por fonte oficial do  MTE-CADASTRO GERAL DE EMPREGADOS E DESEMPREGADOS-LEI 4923/65.

O Brasil terminou o ano de 2017 com perda de 20.832 empregos com carteira assinada em relação ao ano anterior. Mas o Maranhão destoou desse cenário e criou mais vagas do que perdeu em 2017. Foram 1.221 novos postos, mesmo com a crise econômica que toma conta do país.

O desempenho maranhense é ainda mais significativo quando se leva em conta a situação em todo o Nordeste. A região perdeu 14.424 empregos formais no ano passado. No Nordeste, apenas o Piauí criou mais vagas que o Maranhão.

Levando em consideração todos os 26 Estados brasileiros e o Distrito Federal, o Maranhão ficou em décimo lugar na geração de empregos em números absolutos.

O Maranhão criou mais empregos que Estados muito mais populosos, como São Paulo, Ceará, Bahia e Rio de Janeiro.

De acordo com o Caged, 12 Estados tiveram saldo negativo de emprego. O pior desempenho ficou com o Rio de Janeiro, com mais de 90 mil perdas.

Portanto, os irreais dados criados no calabouço da TV Mirante não passam de mais um engodo sarneyzista para confundir a cabeça do maranhense. Quem é mais confiável, a redação de veículos da oligarquia ou o órgão responsável por apresentar esses dados?