Depois que assumiu o município de Coroatá o prefeito Luís da Amovelar Filho encontrou uma série de irregularidades deixadas pela ex-gestora Maria Teresa Trovão Murad. Os relatórios fiscais do Tribunal de Contas do Estado e União, apontam que a antiga gestora deixou de prestar contas dos seguintes procedimentos contábeis do município:

RREO – Relatório Resumido da Execução Orçamentária do 1° ao 6° bimestre de 2016, na forma do artigo 52 da Lei Complementar 201/2000;

Não comprovou junto ao TCE-MA o cumprimento dos limites constitucionais relativos a educação e saúde;

O RGF – Relatório de Gestão Fiscal, do 1° ao 3° quadrimestre de 2016, comprovando a observância dos limites das dívidas consolidadas e mobiliárias de operações de crédito, inclusive de antecipação de receita, de inscrição em restos a pagar e de despesas total com pessoal;

Balanço anual orçamentário, financeiro e patrimonial, referentes ao exercício anterior com assinatura do Prefeito e do Contador identificado no CRO;

Diante das irregularidades cometida pelo não cumprimento das obrigações administrativas da ex-gestora, o município encontra-se em situação fiscal devedora. Não podendo mais firma convênios com o estado e união, tendo seu nome incluído no SICONFI – Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro e no CAUC/CADIN, uma espécie de SERASA para as prefeituras.

Além de cometer ato de improbidade administrativa, o prejuízo causado pela falta de formalidade fiscal da ex-prefeita gera prejuízo ao povo e atraso nas execuções dos projetos​ do atual prefeito Luís da Amovelar Filho em benefício do povo de Coroatá.

Ao tomar conhecimento das irregularidades o prefeito Luís da Amovelar Filho por intermédio da procuradoria, adotou diversas medidas legais visando a responsabilização da ex-gestora por todos os atos ímprobos que praticou, promovendo diversas representações criminais junto ao ministérios público federal e estadual, bem como pelo ajuizamento de diversas ações de improbidade em desfavor da ex-prefeita, atualmente em trâmite nas justiças estadual e federal.

A “gestão” Murad que arrotava “transparência” em seus meios de comunicação, deixo o município em situação inadimplente pela ausência de prestação de contas.